OLÁ PESSOAL...
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CONTO COM VOCÊS
DESCASO NO PRESENTE E MERDA DO FUTURO

Imagem retirada de: capitalintelectual.files.wordpress.com
Denison Rafael Pereira da Silva
Esta semana está sendo muito proveitosa no que tange a inserção do conhecimento em minha cabeça.
Uma semana que, apesar de não está tendo aula de Sociologia Rural (o professor está chegando do mestrado semana que vem) e as demais disciplinas estarem ainda num caminhar “elegante” sem querer nos assustar, eu estou aprendendo muito.
Dizem que a Universidade (espaço das salas de aula, por exemplo) é o centro de excelência e do saber. Dessa forma, passo a questionar a mim mesmo e perceber que realmente ela é, mas não somente nela.
A Praça do Bloco I, por exemplo, além de ser um espaço de convívio, interação, “lazer”, etc. está assumindo e se efetivando como um espaço de debate e estudo com uma metodologia determinada pelos próprios debatedores. Mas quem são estes? Amigos que se juntam em dias de aula no horário de intervalo ou no fim das aulas ou mesmo quando não tem aula e vem para a Universidade somente para discutir sobre temáticas das mais diversas, sempre à luz de um olhar científico, mitológico e alguns poucos com seu senso comum aflorado.
Futuros Sociólogos, Antropólogos, Pedagogos, Cientistas Políticos, Historiadores etc. se juntam em reflexão numa conversa entre amigos recheada de risos, piadas e muita reflexão.
Já conversamos sobre as Identidades dos Indivíduos, a vida determinando a consciência, o movimento gospel e o agnosticismo, etc..
O negócio é saber que estamos conversando sobre algo, elucidando algumas teorias, tentando expressar o conhecimento que nos foi confiado. O interessante que ninguém é nerd, mas também no nosso ócio podemos relaxar falando sobre temas relevantes, pois hoje, como estudantes, somos o futuro do país. Porém quando nos formarmos seremos o problema do país. Enquanto isso, é melhor fazer alguma coisa, ou seja, refletir.
Gosto muito de uma frase que diz assim: “É fazendo merda que se aduba a vida”. Pensando neste sentido é melhor rir, sair, brincar, fazer nada, ou qualquer coisa do tipo. No entanto, é sempre interessante também querer propor soluções a algum problema “insolucionável”. (Será?)
Rsrsrsrsrsrs...................
O DIFERENTE E O ESTRANHAMENTO

Imagem retirada de:www.mac.usp.br
Denison Rafael Pereira da Silva
No curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Roraima; primeiro dia de aula da disciplina “Construção Social da Identidade” do semestre 2007.2; sala repleta de muitos alunos ansiosos e com grandes expectativas, outros nem tanto; e a discussão (debate) rolando solta sobre muitos assuntos um tanto pertinente sobre a temática, mas que poderiam ser classificados a margem, por exemplo, de uma conversa entre amigos. Vale salientar que estes “supostos” amigos não estariam filosofando e muito menos tratando sobre a sua identidade.
Um professor “diferente”, observados por um grupo tão diverso quanto o tal, numa aula composta, portanto, por uma grande massa “estratosfericamente” heterogênea.
Reflexões a respeito de quem você é surgem em segundos e uma viagem para dentro de si mesmo se faz necessária: “Quem você é? Onde trabalha? Que tipo de organização você faz parte?”. São umas das viagens que foram obrigatórias para lhe identificar dentro dos demais membros do grupo.
Eu, por exemplo, me encontrei e identifiquei da seguinte maneira: Denison Rafael; Bolsista da UFRR; que pertenço à organização dos blogueiros, da juventude batista de Roraima, portanto, evangélico e que faz parte da organização dos jogadores de futebol sazonal do Point do Crack.
Toda essa trajetória da aula me levou a perceber que o diferente, o outro, a alteridade causa, a princípio, estranhamento se este não fazer parte, por exemplo, do seu grupo de pertença.
Fiquei pensando quando os Portugueses aqui chegaram (no Brasil) e qual foi se estranhamento e seu fascínio entre os nativos, mas isto não vem ao caso do assunto tratado.
O que quero compartilhar aqui com vocês eu ainda mesmo não sei. Entretanto, sei que somos iguais e somos diferentes, assim como, somos diferentes entre os iguais. (me desculpe o trocadilho e a confusão em suas cabeças) Sei também que comecei a digitar este texto sem ao menos saber o que ia escrever.
Espero que a forma que tomou este texto possa ter servido para alguma coisa para você por que pra mim serviu, mas eu ainda não sei!
Rsrsrsrsrsrsrs...........
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