Só Jesus salva, você quer nisso?

Se você tem problemas Jesus é a solução, mas se você acha que não tem problemas Jesus é o descanso.

Pense Bem!

OLÁ PESSOAL...

QUERO LHES INFORMAR QUE ESTE BLOG NÃO DEIXARÁ DE EXISTIR. NO ENTANTO, CRIEI UM OUTRO NO BLOGGER.

ESPERO QUE VOCÊS ME ADICIONEM NOS SEUS RESPECTIVOS BLOGS E VISITEM O MEU NOVO ENDEREÇO:

 

http://www.diariofeudal.blogspot.com/

 

CONTO COM VOCÊS

DESCASO NO PRESENTE E MERDA DO FUTURO

 

Imagem retirada de: capitalintelectual.files.wordpress.com

 

Denison Rafael Pereira da Silva

 

Esta semana está sendo muito proveitosa no que tange a inserção do conhecimento em minha cabeça.

Uma semana que, apesar de não está tendo aula de Sociologia Rural  (o professor está chegando do mestrado semana que vem) e as demais disciplinas estarem ainda num caminhar “elegante” sem querer nos assustar, eu estou aprendendo muito.

Dizem que a Universidade (espaço das salas de aula, por exemplo) é o centro de excelência e do saber. Dessa forma, passo a questionar a mim mesmo e perceber que realmente ela é, mas não somente nela.

A Praça do Bloco I, por exemplo, além de ser um espaço de convívio, interação, “lazer”, etc. está assumindo e se efetivando como um espaço de debate e estudo com uma metodologia determinada pelos próprios debatedores. Mas quem são estes? Amigos que se juntam em dias de  aula no horário de intervalo ou no fim das aulas ou mesmo quando não tem aula e vem para a Universidade somente para discutir sobre temáticas das mais diversas, sempre à luz de um olhar científico, mitológico e alguns poucos com seu senso comum aflorado.

Futuros Sociólogos, Antropólogos, Pedagogos, Cientistas Políticos, Historiadores etc. se juntam em reflexão numa conversa entre amigos recheada de risos, piadas e muita reflexão.

Já conversamos sobre as Identidades dos Indivíduos, a vida determinando a consciência, o movimento gospel e o agnosticismo, etc..

O negócio é saber que estamos conversando sobre algo, elucidando algumas teorias, tentando expressar o conhecimento que nos foi confiado. O interessante que ninguém é nerd, mas também no nosso ócio podemos relaxar falando sobre temas relevantes, pois hoje, como estudantes, somos o futuro do país. Porém quando nos formarmos seremos o problema do país. Enquanto isso, é melhor fazer alguma coisa, ou seja, refletir.

Gosto muito de uma frase que diz assim: “É fazendo merda que se aduba a vida”. Pensando neste sentido é melhor rir, sair, brincar, fazer nada, ou qualquer coisa do tipo. No entanto, é sempre interessante também querer propor soluções a algum problema “insolucionável”. (Será?)

Rsrsrsrsrsrs...................

O DIFERENTE E O ESTRANHAMENTO

 

Imagem retirada de:www.mac.usp.br

 

Denison Rafael Pereira da Silva

No curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Roraima; primeiro dia de aula da disciplina “Construção Social da Identidade” do semestre 2007.2; sala repleta de muitos alunos ansiosos e com grandes expectativas, outros nem tanto; e a discussão (debate) rolando solta sobre muitos assuntos um tanto pertinente sobre a temática, mas que poderiam ser classificados a margem, por exemplo, de uma conversa entre amigos. Vale salientar que estes “supostos” amigos não estariam filosofando e muito menos tratando sobre a sua identidade.

Um professor “diferente”, observados por um grupo tão diverso quanto o tal, numa aula composta, portanto, por uma grande massa “estratosfericamente” heterogênea.

Reflexões a respeito de quem você é surgem em segundos e uma viagem para dentro de si mesmo se faz necessária: “Quem você é? Onde trabalha? Que tipo de organização você faz parte?”. São umas das viagens que foram obrigatórias para lhe identificar dentro dos demais membros do grupo.

Eu, por exemplo, me encontrei e identifiquei da seguinte maneira: Denison Rafael; Bolsista da UFRR; que pertenço à organização dos blogueiros, da juventude batista de Roraima, portanto, evangélico e que faz parte da organização dos jogadores de futebol sazonal do Point do Crack.

Toda essa trajetória da aula me levou a perceber que o diferente, o outro, a alteridade causa, a princípio, estranhamento se este não fazer parte, por exemplo, do seu grupo de pertença.

Fiquei pensando quando os Portugueses aqui chegaram (no Brasil) e qual foi se estranhamento e seu fascínio entre os nativos, mas isto não vem ao caso do assunto tratado.

O que quero compartilhar aqui com vocês eu ainda mesmo não sei. Entretanto, sei que somos iguais e somos diferentes, assim como, somos diferentes entre os iguais. (me desculpe o trocadilho e a confusão em suas cabeças) Sei também que comecei a digitar este texto sem ao menos saber o que ia escrever.

Espero que a forma que tomou este texto possa ter servido para alguma coisa para você por que pra mim serviu, mas eu ainda não sei!

Rsrsrsrsrsrsrs...........

O QUE É AMIZADE?

 

Fonte: Josy

Denison Rafael Pereira da Silva

 

“Amizade é aquilo que não precisamos cobrar, é algo que surge a partir da confiança e quando se fortalece, nem mesmo o tempo e a distância podem derrotar.” (Paulo Antônio)

 

Esta semana passei a analisar alguns termos que utilizamos diariamente. Dentre estes termos está o da amizade. Fiquei imaginando o que de fato seria a amizade. Fiz algumas viagens em meus pensamentos me reportando àqueles momentos em que dizemos: “nossa, eu tenho um(a) amigo(a) realmente!!!!!

Partindo desse princípio, lembro-me dos meus amigos do pré-escolar, amigos da rua, do bairro, da escola de ensino fundamental (1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª e 8ª série), daí passei a relembrar também do meu ensino médio e agora dos amigos da Universidade.

A amizade é uma construção simbólica e da própria identidade. Você seleciona as pessoas a partir do seu grupo de pertença.

Tratando desse termo hoje, mais especificamente do Curso de Ciências Sociais, lembro-me dos meus amigos de classe, de trabalho e do corredor.

Para visualizar melhor, ficaremos com três exemplos. O primeiro trata-se de uma amiga que me deu um livro no qual elucida sobre o meu projeto de pesquisa (a tecnologia e o ciberespaço como categoria de análise para o social); segundo, sobre um amigo que compõe e desenvolve esta pesquisa comigo e; terceiro, sobre o meu amigo que vai para os Estados Unidos (Los Angeles) para a PITZER/COLLEGÉ fazer intercâmbio.

É dessa forma que vou analisar a amizade. Nos três casos todos apresentam pré-requisito para desenvolver uma amizade, ou seja, passam confiança, estão disponíveis a todos os momentos e são pessoas que se doam sem esperar uma troca.

A esses três amigos quero deixar o meu agradecimento pela amizade que é recíproca.

PS.: ESTE QUE ESTÁ APONTANDO SOU EU E O QUE ESTÁ SENDO APONTADO NA FOTO É "CARA" QUE VAI PARA LOS ANGELES.

 

Para o texto não ficar muito longo quero deixar umas poucas palavras de cinco pessoas (Autores: Paulo Antonio, Tatiana, Suelen, Josiane e Estiliane) que expressam bem o que é ser amigo:

 

O que é a amizade?

Amizade é aquilo que não precisamos cobrar, é algo que surge a partir da confiança e quando se fortalece, nem mesmo o tempo e a distância podem derrotar.

Amizade é o gesto de doar sem esperar nada em troca.

É a união da lealdade com o companheirismo, um pouco de segurança.

Durante as tempestades, um abrigo sempre pronto a te acolher.

É a mão sempre pronta a te levantar.

O ouvido em que se possa desabafar.  É aceitar os defeitos e exaltar as virtudes. É ouro dos sábios que o dinheiro não pode comprar.

O que é a amizade:

É algo capaz de amenizar a dor e levar a um coração triste e amargurado um pouco de luz e calor.

Estar sempre presente nos momentos felizes e nas horas difíceis da vida.  É o descendente mais nobre da família do amor.

PALCO DA VIDA

 

Imagem retirada de:encenacao.blogspot.com

Denison Rafael Pereira da Silva

 

Às vezes as coisas parecem ser muito estranhas. Em um dia tudo que acontecer pode não ser normal, mas mesmo assim todos estarão felizes. Neste dia todos estarão repletos de gozo e alegria. No entanto, nós percebemos que cada dia é único, pois no ontem tudo pode ter ocorrido bem, mas no hoje as coisas podem ter mudado e as pessoas também porque até o tempo muda; tudo muda.

Aquela máxima que nenhum ser humano é uma ilha e que a sociedade é dinâmica é ratificada a todo o momento.

Vemos que as pessoas não são verdadeiras, não porque vivem mentindo, mas porque são multifacetadas. Apresentam-se de acordo com a ocasião e com seu estado de espírito (humor ou sentimento). Esta idéia é fortemente defendida por Erving Gofmman.

Esse autor trata as pessoas como simplesmente atores/atrizes (eu corroboro suas idéias). Aquele autor diz que a todo o momento nós estamos atuando e que nossa vida é um palco onde representamos. Mas nossa atuação depende de como nós estamos nos dando com o público, ou seja, qual a nossa interação, nosso humor e sentimento [estamos tratando aqui de fachada pessoal que se subdivide em fachada de maneira (como o ator se apresenta à platéia) e a fachada aparência (qual o status do ator).

É nesse sentido que fui objeto de estudo de mim mesmo. Através de análises empíricas comparei o meu ontem e hoje. Ontem tudo ocorreu muito bem: sorriso, alegria e muito gozo. (lembrando que os atores eram os mesmos). Entretanto, o meu hoje foi completamente diferente.

Pensando à luz de algumas considerações feitas por Hanna Arendt (filósofa e Cientista Política) e Pedro Guareschi (Sociólogo) que o homem não é nenhum robô e, portanto, é necessária uma reflexão de si mesmo, do seu cotidiano, do seu agir, etc.. acredito ser pertinente alguma reflexão sobre minha própria vida (do meu grupo familiar, incluindo toda uma geração).

É dessa forma que eu, como ator que representa e apresenta a própria vida, posso acreditar em mim mesmo como alguém subjetivo? Ou será objetivo?

Se for subjetivo é por estarei representando a partir dos meus próprios interesses e dependendo do meu estado de humor. Já se for objetivo será porque estarei cumprindo um roteiro tentando fazer apenas o que é preciso fazer naquela ocasião. Realmente não sei responder!

Para exemplificar a atuação das pessoas vou contar um fato que aconteceu comigo: no primeiro dia de aula fiquei esperando minha carona até 15 para 11: PM. Entretanto, eu não era o único felizardo. Havia uma pessoa (mulher) que mora no Alto Alegre, mas que passara para Pedagogia aqui na UFRR. Como só havia eu e ela ficamos conversando aguardando que chegasse a carona. Em outras palavras, eu e aquela moça estávamos atuando (eu como veterano e ela, por sua vez, como caloura). O clímax de nossas atuações foi quando descobri que ela perdeu o ônibus para ir ao Alto Alegre e que não teria nenhum dinheiro no bolso. Eu, como incorporei o papel de “Bom Samaritano” , peguei o dinheiro que teria para colocar crédito no meu celular e dei a moça.

P.S.: Eu tinha acabado de receber uma mensagem da Amazônia Celular que diz o seguinte: “Em poucos dias seu celular poderá ser bloqueado. Ative créditos (...)”.

 (...)

Não conseguirei terminar o texto porque a minha vida é uma constante atuação.

P.SS.: Não sou nenhum palhaço.(rsrsrsrsrsrs)

RENUNCIA A AMIZADES FALSAS

 

Imagem retirada de: serginhopower.blogs.sapo.pt

 

Denison Rafael Pereira da Silva

 

Eu odeio falsidade. É melhor você dizer que não gosta de mim do que ficar “babando o meu ovo”. Larga do meu pé Satanás e vai enganar outro. Todo dia fico pensando: “Qual é o problema comigo, pois muita gente tem inveja de mim sem eu dar motivo.” O que eu fiz para merecer esses “‘filhos de uma égua’ querendo puxar sempre o meu tapete em vez de cuidar da sua própria vida; do seu umbigo que está sujo em vez de falar do meu.”

No entanto, se nós não apurarmos bem os fatos podemos ser injustos com algumas pessoas. Por isso peço desculpa àqueles que acusei em meus pensamentos mesmo que eles não saibam. (FOI MAL PESSOAL. DESCULPA AÍ, FALOU?)

Eu fico refletindo, refletindo e refletindo. Uma coisa que me tira o sono é me acusar de alguma coisa que eu não sou ou que não fiz. Fico muito irritado, não durmo e ainda fico na iminência de entrar em erupção como um vulcão ameaçador. Mas aqueles que têm “culpa no cartório” lhes dou uma dica: vocês se manquem e vão olhar para a vida de vocês porque caso contrário vão conhecer o verdadeiro sentido de ter inimigos.

O negócio de tapinha nas costas e discurso ideológico não cola. Pensam que me engana? Estou de olhos em vocês! Mas como estou sem tempo e inspiração para escrever, vou encerrar por aqui mesmo.

PAZ E AMOR 

 

 

Imagem Retirada de: gia_vida.zip.net

 

Denison Rafael Pereira da Silva

 

“Enaltecer-te alguém o faz

 

Tal como todos fariam

 

Ainda que o façam, amor não expressaria.

 

Amor expressa paz. Paz igual alegria

 

Não importa como seja

 

Eu com amor, muito amor lhe queria.”

SABÁ: NÃO APENAS UM SUPER HERÓI, MAS MEU PAI.

 

Quando criança o mundo é surreal. Tudo se pode fazer e o maior desejo que se tem é ser igual a algum super-herói dos desenhos animados, de preferência aquele no qual é o mais forte. Daí a gente percebe que tem alguém na “sua própria casa” que é forte o suficiente para lhe defender de qualquer ameaça, mas qualquer mesmo, que está “sempre disposto” para brincar e que sabe de tudo.

No decorrer dos anos você percebe que tudo aquilo não passou de uma criação incrível da cabecinha criativa de uma criança; que aquele ser especial que você tem é apenas um ser igual a ti. No entanto, mesmo assim continua fazendo tudo que um super-herói faz, mas só não usa uma grande cueca em cima da calça e nem capa nenhuma. Então você passa a se questionar: Mas como pode ele ser igual ao “meu super-herói” do desenho animado? Ele nem tem poder para matar os inimigos, mas mesmo assim os afugenta e nos defende a todo custo?

E quanto mais se cresce, menos você percebe e acredita que ele é um aquele igual ao do desenho, ele nem é colorido. Porém é um ser forte e real.

Assim é você, pai. Sei que não é nenhum super-herói de desenho animado e nem usa uma cueca enorme em cima da calça para lhe identificarem como um “super-alguma coisa”, mas é o meu herói. Você é um Super-Pai. Aquele que quando estamos precisando de apenas um olhar amigo você está nos cercando com toda a sua atenção, quando precisamos de uma palavra para nos direcionar você nos leva ao caminho, caminha conosco e ainda não diz apenas uma palavra, mas mil. Que brinca, rir, chora e está sempre conosco. Mas que um super-herói você é um super-pai. O meu pai. O nosso pai.

PAI, VOCÊ É O PAI DE TODOS OS MOMENTOS, NÓS TE AMAMOS.

APENAS UMA ROSA

 

Imagem retirada de:abnoxio.weblog.com.pt

 

Denison Rafael Pereira da Silva

 

 

“Imensurável é tua beleza.
tu és a mais bela entre
as rosas
-¨-
Amanhecer do mais belo dia.
nada é tão belo quanto você
esplendor e formosura são seus encantos.
-¨-
Inigualável és tu, ó mais bela rosa,
tu és a mais perfumada entre as flores
a tua beleza encanta meu jardim.
-¨-
Ainda que houvesse muitas flores
não me serviriam de nada, pois
é tua rosa que me basta.”

“AOS CARAS” QUE TRABALHAM ABESSA.

 

Imagem retirada de:www.educacional.com.br/.../foto_gari02.jpg

 

Denison Rafael Pereira da Silva

 

Hoje, acordei com meu “olhar sociológico” meio aguçado. Tudo que olhava começava a destrinchar e encontrar algo que pudesse fazer parte de uma análise sociológica. Categorias como a minha socialização primária e secundária, [Estas ocorrem quando aprendemos “as coisas” na família e com o grupo de amigos respectivamente e por exemplo.], etc.. chamaram-me bastante atenção.

 Devido o contexto que estamos vivenciando hoje, percebemos com mais facilidade os fatos sociais, pois estão ocorrendo visivelmente. Carregados de coerção, de exterioridade do(s) indivíduo(s), objetividade e generalidade os acontecimentos (fatos) passam a permear desde a aresta até o núcleo da sociedade. (FALEI DIFÍCIL AGORA...rsrsrsrsrs)

Quando estava vindo para o trabalho (ESTOU AGORA NO LOCAL ONDE MINHA FORÇA DE TRABALHO É USADA.......parece coisa ruim, né? Mas nem tanto, pois é daqui que sai o dinheiro que posso comprar minhas apostilas, por exemplo,) vi os “amarelinhos da prefeitura” trabalhando: varrendo as calçadas, as ruas e capinando muito, mas muito mesmo. Estes “caras trabalham abessa” (há homens e mulheres, está bem?).

Sai do “olhar cientifico” e fiquei imaginando que esses “carinhas” são os salvadores da pátria; são eles que nos propiciam um ambiente limpo e agradável. Através de seus suores, eles limpam a sujeira de uma sociedade hipócrita, mal educada, que joga lixo pela janela do carro, que olha o outro com um olhar se superioridade, que pisa na grama (eu odeio que pise na grama, só piso quando não há outro jeito de se passar), etc..

Eu admiro e agradeço esse pessoal que - apesar de serem pagos para fazer este trabalho, pois vivemos numa sociedade capitalista, meritocráta, competitiva, seletista, especilizadada; que busca o que é mais qualificado, que estudou mais, que tem segundo grau, graduação, especialização, mestrado, doutorado, pós-doutorado para fazer trabalhos que em “tese” será ou terá menos esforço físico – trabalham com sol e chuva, vento ou não com todo esforço e perfeição.

 

A TODOS DEIXO MEU MUITO OBRIGADO PELO SERVIÇO DE QUALIDADE PRESTADO A ESTA SOCIEDADE “IMUNDA”.

TIC! TAC!

Imagem retirada de:poetamatematico.blogspot.com

Denison Rafael Pereira da SIlva

TIC! TAC! E O TEMPO PASSA. TIC! TAC! A CADA SEGUNDO. TIC! TAC! ECOA NO SILÊNCIO. TIC! TAC!. O BARULHO DA SOLIDÃO. TIC! TAC! AS PESSOAS DORMEM. TIC! TAC! OS VENTOS SE VÃO. TIC! TAC! O MUNDO ESTÁTICO E CAÓTICO. TIC! TAC! AMOR SEM PERDÃO. TIC! TAC! O AGORA E O SEMPRE. TIC! TAC! É O QUE SE OUVE. TIC! TAC! SOMENTE ISSO. TIC! TAC!

TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!TIC! TAC!

MADRUGADA DE QUARTA

 

Imagem retirada de:regressaami.blogs.sapo.pt

Denison Rafael Pereira da Silva

A lucidez do ser invade a realidade da vida. Pessoas acordadas, assistindo Jô Soares onze e meia que passa as doze e meia, refletem sobre o nada, o vácuo e o lugar nenhum. Muitos dormem, outros não. Música, choro, silêncio, grito, espanto e pessoas sorrindo. Comercial de xampu e mulheres bonitas no silêncio da madrugada. Computador ligado, orkut, msn e bate-papo. Crítica ao Lula com sártira jocosa. Revista em quadrinhos e uma Bíblia na escrivanhia. Escova de dente e cabelos molhados.

Apenas um pinho d'água.

(...)

O PRÓXIMO FELAA SERÁ NO PERU.

FIQUE AGORA COM ESSA IMAGEM:

 

CUZCO, PERU.

IMAGEM RETIRADA DE: daniel.haxx.se/.../southamerica/peru/cuzco.html

O QUE VOCÊ É?

 

Imagem retirada de: www.felaa-2007.com

 

Denison Rafael Pereira da Silva

 

Sempre que você perguntar a alguém se ela sabe responder: Quem ela é? Ou o que ela é? A pessoa vai dizer que sim. Daí você diz: “Então me responda!: Quem você é?”...quando vier algo tão imperativo assim você não conseguirá responder até olhar e observar bem o outro, seu próximo. Você passará a refletir da seguinte forma: “eu não sou como esse, eu não sou como aquele”, até se encontrar.

Na semana passada, do dia 22 ao dia 28, aprendi muitas coisas, me encontrei, me perdi e me achei novamente, conheci pessoas, fiz amizades momentâneas, fiz amizades que se perpetuarão, me encontrei mais uma vez, me perdi, quebrei paradigmas, percebi o eu, percebi o outro, fui estrangeiro, fui nacional, não fui nada...

Mas por que só semana passada que tudo isso ocorreu? Simplesmente porque foi à semana que ocorrera o Fórum Estudantil Latino-americano de Antropologia e Arqueologia.

Nesse fórum haviam pessoas do México, Peru, Venezuela, São Paulo, Amazonas, Argentina, Republica Dominicana, e muitos outros. Foi muito dez. Pessoas iguais em si e diferente por ti. Culturas diferentes e uma realidade “verdadeira” num só espaço, não na América Latina em si, mas no próprio Brasil.

Fui estrangeiro no meu próprio país. Convive com o outro, me percebi. Vi que eu não sou chileno por que não faço o que o chileno faz, mas sou latino-americano.  Não sou venezuelano e muito menos mexicano. Mas fui eu mesmo: terrestre, americano, brasileiro, roraimense, boa vistense, Denison, estudante de Ciências Sociais, homem e evangélico.

Olhei as pessoas, rir, brinquei, briguei, votei, gritei e fui feliz. Me senti mais um na multidão e a multidão se sentiu só no meu país. Contradições, festas, alegrias, desesperos, decepções e uma ciência em construção.

(...)

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